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terça-feira, 28 de junho de 2016

Conversas de Barbearia #14 Tema Local


Depois de um período de ausência por não ter sido possível juntar os tertulianos, as Conversas de Barbearia estão de regresso.
Arrancamos com o tema local, de muito interesse, com a pergunta que muitos se fazem depois de uma reunião no Município de Elvas. "O renascer do comércio tradicional?", pois poderão estar a ser alinhavados os pilares para a revitalização de uma zona que outrora foi próspera. Debate interessante e importante para a cidade de Elvas.

Amanhã o tema nacional da 14ª edição das Conversas de Barbearia

Chegou a altura de quem nos vê/ouve, em especial os elvenses no que toca ao tema local, participar das Conversas de Barbearia. Será de todo fundamental que comentem e partilhem connosco as vossas opiniões sobre o tema a debate, através do blogue Três Paixões, no Facebook, no Google+, no Twitter, ou no YouTube.
Se não quiserem comentar ou lançar novas ideias, partilhem o vídeo para que muitos mais nos possam ver. Interajam connosco, partilhem os vossos pensamentos, comentem o que dizemos mesmo discordando, para que as Conversas de Barbearia sejam feitas não só pelos tertulianos, mas também por quem nos vê/ouve. Insistimos pois quantos mais formos, mais longe chegamos, mais forte se torna a voz dos que realmente importam, o cidadão comum.

Scottish
Uma Paixão, uma opinião pessoal

sábado, 5 de dezembro de 2015

Conversas de Barbearia #2



Aqui têm a segunda edição das Conversas de Barbearia, um programa do blogue Tr3s Paixões onde quatro amigos tertulianos conversam sobre três temas.

Esta semana a Conversa foi sobre a inauguração do Forte da Graça, António Costa novo Primeiro Ministro e o Natal e o Comércio Tradicional em Elvas.

Passa de uma hora de programa, mas as conversas são como as cerejas, começamos e não paramos.

Não se esqueçam de deixar os seus comentários no blogue Três Paixões, no Facebook, no Google+, no Twitter, ou no YouTube. É importante a participação de todos.

Esperamos que gostem.

Scottish

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Faltam três semanas para o Natal

Sei que tenho estado ausente da vida do blogue, mas creio que todos entendem que o tempo com a chegada do meu filho, se tornou mais complicado de gerir. Alguns amigos me perguntaram se o Três Paixões tinha fechado portas, e a resposta foi um claro Não.
Ainda ontem em conversa com o amigo Beto Castanho no jogo d'"O Elvas" lhe disse que estava cheio de vontade de regressar aos posts e de voltar a dar dinâmica ao Três Paixões.

Dito isto aqui estou e cheio de energia. O post de hoje volta a tocar no comércio tradicional em época de Natal, pois faltam cerca de três semanas para chegarmos à noite da Consoada e muito por fazer em Elvas. Reconheço que tenho insistido neste assunto em vários posts, mas penso ser de vital importância para a revitalização do nosso centro.

A Câmara voltou a iluminar as principais ruas do Centro Histórico, por sinal uma bela iluminação que na próxima semana pretendo mostrar aos leitores do TP, ao contrário do que sucede em várias cidades do nosso país. Não vamos mais longe, Campo Maior não tem qualquer ornamentação natalícia, numa decisão da autarquia que visa uma clara contenção de custos. Rondão Almeida manteve a decisão do concurso para iluminar o Centro Histórico, pois não podia anulá-la, mas mesmo assim não acredito que o Centro Histórico ficasse sem qualquer embelezamento natalício. Apesar da crise instaurada no nosso país e que obriga a muitos cortes, a iluminação de Natal serve para atrair pessoas às zonas históricas das cidades. Apesar de concordar com a redução em gastos como a iluminação de Natal, penso que mesmo mais "pobre" se deve colocar algum embelezamento nas ruas dos Centros Históricos.

Com a bela iluminação que temos, os comerciantes não se podem queixar que a Câmara lhes privou de visitantes nas principais ruas comerciais de Elvas. No entanto penso que este vai ser um "mau" Natal a nível comercial na zona intra-muros. A falta de hábito de ir "à cidade" para realizar as compras vai-se acentuando cada vez mais. Badajoz passou já há algum tempo a ser o principal destino para as compras dos elvenses, e os hiper-mercados estão "à pinha", sinal que a crise existe mas não tanto como parece. Então que fazer para conseguir o regresso dos elvenses ao Centro Histórico? Será que a Câmara também se tem de responsabilizar por isto ou terão de ser os comerciantes, ou alguma associação em sua representação, a fazer alguma coisa para incentivar os elvenses a preferirem o Centro Histórico?

Na minha opinião será uma mistura das duas opções. A autarquia e comerciantes devem juntar-se e elaborar um plano de trabalho que vise desenvolver o comércio tradicional elvense. A edilidade como elemento que promova eventos na tentativa de levar os elvenses a visitar com maior assiduidade a zona intra-muros. Pede-se que sejam eventos com qualidade para chamarem a atenção, e para isso penso que poderiam participar as sociedades e associações culturais instaladas na nossa cidade. A Câmara juntando-se por exemplo à SIR, ou à Sociedade 1º de Dezembro iria ter uma visão diferente de actos culturais a desenvolver no Centro Histórico.

Já há algum tempo que tenho dito ser importante criar um Centro Comercial aberto no Centro Histórico, pois acredito que seria a fórmula para desenvolver uma marca própria do nosso comércio. Criar esse Centro faria com que os comerciantes estivessem juntos nesta luta, que promovessem os seus estabelecimentos, e pudessem avançar nas ideias de incentivo aos elvenses para voltar a comprar de forma tradicional. Também seria necessário que os comerciantes apostassem um pouco na inovação tanto dos produtos comercializados como das suas próprias lojas. Um mudança de visual seria um bom chamariz para os clientes. É verdade que com a crise as possibilidades de investimento reduziram bastante, mas ou há apostas ou então a morte lenta do comércio tradicional passa a definitiva.

Estas são as minhas opiniões sobre o problema do comércio no Centro Histórico, registando as linhas de orientação que penso poderem ser efectivas para conseguir o objectivo comum a todos.

Scottish
Uma Paixão, uma opinião pessoal

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Faltam dois meses para o Natal

Estamos precisamente a dois meses do Natal. É tempo suficiente para que o comércio tradicional prepare convenientemente o suposto melhor período de vendas do ano. Alguns pensarão que ainda estamos longe, mas penso que é timing exacto para que se prepararem estratégias, de forma a convencer a população para fazer as suas compras natalícias no Centro Histórico.

Sou dos que pensa na necessidade dos comerciantes formarem as suas próprias estratégias, individuais e colectivamente, mas creio que a Associação Empresarial de Elvas poderá ter uma oportunidade importante até ao final do ano, para se afirmar como um parceiro válido na promoção e divulgação do comércio tradicional elvense.

A ideia de criar um Centro Comercial Aberto nas principais artérias comerciais da zona intra-muros. poderia ser um bom motor de arranque para o sucesso que todos desejamos. Não podemos negar que todos fazemos compras nos hiper-mercados ou em Badajoz, que nos esquecemos completamente de ir “à cidade”. Apesar de termos umas ruas muito bonitas na quadra natalícia, com iluminações que convidam a tirar boas fotografias, esquecemo-nos pura e simplesmente de ir às lojas.

Alguns dirão que falta estacionamento no Centro para justificar a sua ausência. Eu digo que não é bem assim, pois muitos pretendem parar o carro praticamente à porta das lojas, em vez de se gastarem uns cêntimos no parque subterrâneo. Em Badajoz ninguém se queixa, e vamos directamente ao parque de estacionamento, a pagar claro.
Se conseguirmos eliminar esta ideia tenho a certeza que as mentalidades poderão mudar, sempre que haja iniciativa por parte dos comerciantes em criar situações que nos chamem a atenção para entrarmos nas lojas.

A Câmara Municipal de Elvas poderá e deverá ser um elemento de colaboração com o comércio tradicional, mas nunca ser o elemento mais importante neste assunto no que respeita à sua solução. Essa responsabilidade é dos comerciantes, pois a autarquia de certo organizará eventos alusivos ao Natal que irão levar pessoas ao Centro Histórico, e aí devem as lojas aproveitar os momentos de maior afluência de potenciais clientes.

Comerciantes, AEE e CME reúnam-se, falem as vezes que forem necessárias, mas façam algo para dinamizar o nosso Centro Histórico. De não o fazerem e com a grave crise com que nos debatemos e que durará bastante tempo, poderemos continuar a assistir à morte lenta do comércio tradicional elvense.

Scottish
Uma paixão, uma opinião pessoal

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Finalmente dinamismo para o Centro Histórico

Desde hoje e até dia 24, vamos ter em pleno coração elvense A Casa do Pai Natal. A iniciativa é da Associação Empresarial de Elvas, com o apoio da Arkus e da CME, e o objectivo é de "chamar pessoas para o Centro Histórico durante a quadra natalícia, e contribuir para a dinamização do comércio tradicional".
Estas são palavras do Presidente da AEE, Patrick Sequeira, que veio dar voz a tantas solicitações da blogosfera elvense, para que os comerciantes e empresários locais tratassem de fazer alguma coisa no sentido de dinamizar o comércio do Centro Histórico.

Parece que as palavras não caíram em saco roto, e saúda-se esta iniciativa que tem como principal intenção dar uma oferta lúdica aos mais pequenos, para que não sirvam de pretexto aos progenitores de não poderem fazer compras no Centro Histórico. Durante esta semana que durará a iniciativa haverá jogos, fazer pinturas, ver cinema, videojogos, piscina de bolas, entre outras actividades relacionadas com o Natal.

Espero que a Casa do Pai Natal tenha todo o sucesso do Mundo, para que tenhamos muito movimento no nosso Centro Histórico, e que desta forma os comerciantes tenham um Natal em grande. Espero ver as ruas com muita gente, carregadas de sacos com compras, sinal que a preferência para as prendas passou a ser Elvas!

Scottish
Uma Paixão, uma opinião pessoal!

P.S. - Fonte site Rádio Elvas; Foto blogue Zé de Mello

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O Comércio Tradicional de Elvas


Todos sabem que o comércio tradicional de Elvas não passa pelos seus melhores momentos!
A fase da venda de toalhas e afins aos espanhóis acabou há muito, e a maldita crise mundial também se instalou na nossa cidade. No entanto as culpas para que a vida do comércio tradicional não seja melhor, devem-se a vários factores e não só à malfadada crise.
Na minha opinião penso que os horários para as lojas estarem abertas, estão totalmente ultrapassados. Este é o principal problema, pois o comércio não acompanhou as alterações da forma como vivemos o dia-a-dia. Isto é, não nos é possível podermos ir comprar uma lâmpada, um parafuso, um jornal, ou outra coisa qualquer, se os nossos horários de sair do emprego são iguais aos do comércio.
Antigamente a grande maioria das famílias não tinha a necessidade de ter os cônjuges a trabalhar. Hoje em dia as coisas não são assim, e ainda bem para realização pessoal das duas partes, pois para poder fazer face a tantas despesas que temos de pagar, ambos devem ter um emprego. Sendo assim, como podemos fazer alguma compra no comércio tradicional?

Não fazemos, e viramos-nos para os hiper-mercados. São eles os beneficiários desta situação, pois o fecho de portas estar agendado para as 10 da noite, faz com que estejamos à vontade para podermos efectuar alguma compra urgente para casa. Já para não falar dos fins de semana, com a debandada quase geral para Badajoz.

Mas não são só os horários que levam a não haver clientes no comércio tradicional. Os preços são, em muitos casos, mais caros que nos hiper's. Tem a sua lógica, pois é impossível ao comércio tradicional poder combater os gigantes Modelo, Intermarché, Lidl, Minipreço, que existem na nossa cidade. Para esta situação os comerciantes devem fazer uma grande ginástica, que respeito imenso, pois tenho a certeza que não é fácil.

Então que fazer? Esperar de braços cruzados que os clientes apareçam? Não penso que seja possível, pois o hábito de ir ao hiper está cada vez mais enraizado em todos nós. Penso que uma das soluções será mudar os horários das lojas estarem abertas ao público. Poderia ser tipo abrir as 10 da manhã, fechar às 14h, reabrir as 16h e acabar o dia às 20h. Penso que não será muito complicado e é uma ideia. Lógico que tem de haver diferenças entre horário de Verão e de Inverno, e entender que no Inverno o pessoal quer estar com as pantufas calçadas e gozar da comodidade do lar.

Aproveitar os fins de semana creio ser uma boa hipótese. Para isso há que "puxar" a clientela para a zona histórica. Sem a ajuda da Câmara, com a realização de eventos para chamar a atenção das pessoas, será complicado!
Temos uma zona histórica lindíssima, cheia de comércio tradicional ao qual damos valor, pois duvido que haja pessoas que pensem o contrário, mas simplesmente desaparecemos para os hiper's.
Todos nós ouvimos amigos a comentar "já não me lembro da última vez que fui à cidade". Acho que mais claro impossível.

Uma Paixão, uma opinião pessoal!