E aqui está a segunda parte de "O regresso a casa", a Conversa de Barbearia especial com os convidados Roberto Dores e Xavier de Sousa. A opinião sobre o que é necessário para que o Turismo seja a fonte de receitas desejada por todos os elvenses, foi o tema principal, havendo algumas dicas que podem e devem ser aproveitadas.
E como estamos no Natal, os convidados confidenciaram como vai ser o de cada um, tendo em conta que estão de regresso definitivo a Elvas. Não podíamos terminar sem o respectivo cântico natalício, devidamente acompanhado pelo soar das roncas.
Esperamos que gostem como nós gostámos de uma conversa que foi boa, muito boa! Que venham mais destas.
Esta foi uma Conversa de Barbearia especial, onde além dos habituais quatro tertulianos, estiveram dois convidados. Roberto Dores e Xavier de Sousa, dois elvenses de gema, regressaram a casa, ou seja, a Elvas, e é sobre essa mudança na vida destes dois amigos que a conversa arrancou. As diferenças de quando saíram para o momento actual, as experiências que viveram e que podem ser implementadas por cá, o Natal, e muitos outros temas que devem ser ouvidos com atenção. O painel de tertulianos das Conversas de Barbearia consideram que esta foi uma das melhores que tivemos nos dois anos de vida. E como estavam seis pessoas que não gostam nada de falar, a conversa com Roberto Dores e Xavier de Sousa vai ser publicada em duas partes, e com um final emblemático nesta quadra natalícia.
Para quem é de Elvas, vale a pena ouvir a 36ª edição das Conversas de Barbearia, com "o regresso a casa".
Sendo o tema local, pensamos que os elvenses deveriam participar de forma especial nas Conversas de Barbearia. Será de todo fundamental que comentem e partilhem connosco as vossas opiniões sobre o tema a debate, através do blogue Três Paixões, no Facebook, no Google+, no Twitter, ou no YouTube.
Se não quiserem comentar ou lançar novas ideias, partilhem o vídeo para que muitos mais nos possam ver. Interajam connosco, partilhem os vossos pensamentos, comentem o que dizemos mesmo discordando, para que as Conversas de Barbearia sejam feitas não só pelos tertulianos, mas também por quem nos vê/ouve. Insistimos pois quantos mais formos, mais longe chegamos, mais forte se torna a voz dos que realmente importam, o cidadão comum.